Fazenda São Roque

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Atualmente, a Fazenda São Roque, além de seu exterior restaurado, tem o seu interior finamente decorado com mobiliários da época. Foi, realmente, um árduo trabalho de restauro respeitando as plantas originais e o resultado pode ser hoje observado quando se adentra o portão. A atmosfera que se respira é a do século XIX, mas o olhar e o cuidado ao lidar com um patrimônio histórico e cultural desta envergadura, são típicos do Século XXI. Uma viagem no tempo aberta a todos que desejarem vivenciá-la. É um lugar bucólico, com uma ampla área gramada, que antigamente era usada na produção cafeeira e hoje é o cenário perfeito para cerimônias ao ar livre. A casa principal conta com 3 salões para até 250 convidados, salão coberto para cerimônias, além de uma varanda que pode ser utilizada como lounge. Os visitantes visitam o interior do Casarão, dividido em área íntima, social, comercial e de serviços e são acompanhados por um guia que conduz o público enquanto conta a história da Fazenda São Roque, de Vassouras e do Vale do Café. Depois visitam as ruínas de uma antiga tulha e o moinho de café.
A visitação ocorre de acordo com a demanda e agendamento de grupos.

Fundada no início do século XIX, a Fazenda São Roque foi recentemente restaurada, mas mantém atrativos da época em que foi construída, que enfatizam ainda mais o estilo clássico e ar de antiguidade.
Os visitantes visitam o interior do Casarão, dividido em área íntima, social, comercial e de serviços e são acompanhados por um guia que conduz o público enquanto conta a história da Fazenda São Roque, de Vassouras e do Vale do Café. Depois visitam as ruínas de uma antiga tulha e um moinho de café.

A Fazenda São Roque foi fundada em princípios do século XIX pelo Tenente Antônio da Costa Franco, através
da concessão de sua sesmaria, datada de 31 de outubro de 1803. A esta fazenda, o Tenente Antonio da Costa
Franco deu o nome de São Roque, provavelmente em homenagem ao seu pai, Roque da Costa Franco.
O local escolhido para a instalação da sede da propriedade foi uma várzea localizada às margens de um córrego
que faz a sua barra a poucos metros do Rio Paraíba do Sul. Estrategicamente localizado, o Solar de São Roque
foi construído numa elevação que domina toda a planície fronteira à fazenda, ocupada, na sua maioria, por um
imenso terreiro de café sustentado por muros de arrimo em pedra seca.
Do lado direito de quem a observa de frente, um correr de construções, um pouco abaixo do solar, provavelmente
as antigas senzalas. Estas edificações, que não existem mais, podem ser observadas em fotos do arquivo do
IPHAN. Do lado oposto, bem mais abaixo, junto ao córrego, diversas construções que provavelmente formam
os engenhos, tulhas, cevas, tenda do ferreiro, casa de farinha, casa de tropa etc. Hoje só existem algumas
ruínas.
Sobre o fundador de São Roque, pouco ou quase nada se sabe. Apenas que era carioca e, na cidade de São
Sebastião do Rio de Janeiro, tinha casa comercial, possuindo patente militar de tenente. Casou-se com Dona
Helena Maria d’Assunpção, que em alguns documentos assinava Elena, e com ela teve dois filhos: Thereza
Maria d’Assunpção e Manoel da Costa Franco.
Thereza Maria casou-se com o tio, João da Costa Franco e Almeida, e Manoel – que era mais jovem que a
irmã e trabalhava com o pai em São Roque –, depois da morte da mãe casou-se com Matilde Amália da Costa
Franco, com quem teve três filhos, e herdou a fazenda dos pais.

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