FAZENDA CHACRINHA

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A atual sede da Fazenda Chacrinha em Valença, que substitui uma modesta casa de vivenda, construída por Santos, começou a ser edificada no final da década de 1860.
Além da produção de café, Chacrinha se consolida como importante produtora de aguardente, uma das poucas fazendas com produção em escala comercial.

Tudo leva a crer que o cidadão Manoel Pereira de Souza Barros adquiriu, em meados da década de 1840, de Joaquim José dos Santos, duas sesmarias no sertão dos índios Coroados de Valença, nas margens do rio das flores.

Durante as décadas de 1850 e 1860, Capitão Souza Barros desenvolveu suas fazendas com lavoura de café.

A atual sede da Fazenda Chacrinha, que substitui uma modesta casa de vivenda construída por Santos, começou a ser edificada no final da década de 1860, o que coincide com o retorno de Manoel para a fazenda do pai. A partir do final da década de 1860, o tenente coronel Manoel Pereira de Souza Barros se dedica aos negócios da fazenda em companhia do pai. Participa ativamente da vida social e política da cidade de Valença, porém não se afasta do ambiente social da Corte. Divide o seu tempo entre Valença e a Capital do Império do Brasil, onde transforma a antiga residência de seus pais em um elegante palacete. Nesta ocasião o imponente Solar da Chacrinha ainda está sendo concluído e a produção de café está a todo vapor. Os milhares de arrobas produzidos nas fazendas são frutos dos jovens cafeeiros, plantados nas derrubadas novas que sabiamente seu pai reservou para quando as de Campo Alegre estivessem esgotadas.

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